terça-feira, 18 de agosto de 2015

Dinâmica de Boas Vindas

                        

 
                                    
                                                          Tema: valores


 A professora lê devagar o texto, e quando aparecerem as palavras em destaque, os alunos deverão realizar os gestos determinados. No caso dos alunos pequeninhos, a ordem de executar os gestos pode ser dada através de cartazes com figuras. Já para os maiores, pode ser usada apenas a combinação verbal.

Os gestos podem ser definidos de outra forma também, de acordo com a intimidade desenvolvida pela turma com o passar dos dias e desenvolvimento do afeto entre eles, pois nos primeiros dias, como não se conhecem ainda, pode ser frustrante propor uma atividade onde eles têm que se tocar, já que muitos ficam retraídos no início! Essa sugestão pode ser gancho para uma temática, uma atividade de relaxamento, como atividade nos primeiros dias de aula...


Execução e Organização:

As crianças podem estar dispostas em círculo, sentadas no chão, na sala ou no pátio; nos seus lugares, em grupos...

Antes de iniciar, a professora explica a atividade e combina os gestos (ou mostra os cartazes com os símbolos e a combinação).

Depois de “treinar” um pouquinho, a atividade pode ser realizada.

PAZ: levanta os braços

AMOR: "joga beijo”

SOLIDARIEDADE: abraça a si mesmo (ou a um colega)

BOAS VINDAS: Bate palmas

Era uma vez, um menino chamado AMOR. Ele sonhava sempre com um mundo diferente, cheio de coisas boas, amizade e felicidade.

AMOR tinha um lindo sonho: que todas as pessoas do mundo colocassem em prática a SOLIDARIEDADE e a PAZ.

AMOR sabia que não era um sonho impossível, mas difícil de realizar. Então, partiu pelo mundo pedindo ajuda a todas as crianças.

Na escola onde estudava encontrou seus amigos e contou seu sonho. Neste instante AMOR começou a perceber que o sorriso dos seus amigos transmitia PAZ e que a SOLIDARIEDADE existia no interior de cada pessoa.

Neste momento, um amigo perguntou:

- AMOR, você encontrou um mundo cheio da PAZ e da SOLIDARIEDADE que procurava?

O AMOR alegre respondeu:

- Sim encontrei! Ele existe no coração de cada pessoa, basta sabermos nos colocar no lugar do outro.

*Assim, o menininho chamado AMOR e seus amigos ficaram muito felizes e saíram por toda a escola, alegres por iniciarem mais um ano letivo e distribuindo sorrisos de BOAS VINDAS.


TEXTO PARA INTERPRETAÇÃO - BRASIL

TEXTO PARA INTERPRETAÇÃO - BRASIL
“Nenhum texto é uma peça isolada, nem a manifestação da individualidade de quem o produziu. De uma forma ou de outra, constrói-se um texto para, através dele, marcar uma posição ou participar de um debate de escala mais ampla que está sendo travado na sociedade.”
(FIORIN, José Luiz / SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação.
17ª edição, Editora Ática, 2007)

BRASIL
(Cazuza, George Israel e Nilo Romero,LP Vale Tudo, Som Livre, 1988)


Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes d’eu nascer
Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta
Estacionando os carros
Não me elegeram
chefe de nada
o meu cartão é uma navalha
Brasil
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Não me sortearam
A garota do fantátisco
Não me subornaram
Será que é meu fim?
Ver  TV a cores
Na taba de seu índio
Programada pra só dizer sim
Grande pátria desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair


Estudo do Texto
1. Qual o significado das palavras abaixo de acordo com o texto da poesia?
a) armaram:_____________________________________________________________
b) malhada:_____________________________________________________________
c) subornaram:__________________________________________________________
2. Segundo a visão dos autores e considerando o conteúdo geral da letra, quem estaria reclamando de não ter sido convidado para a festa?
3. A que festa o poeta se refere quando afirma: “Não me convidaram pra essa festa pobre…”?
4. A que homens o poeta se refere quando afirma: “…os homens armaram…”?
5. O que pode significar os versos: “…a pagar sem ver / toda essa droga / que já vem malhada / antes d’eu nascer…”?
6. Apesar do poeta não ter sido convidado para a festa, ele ficou nos arredores do local estacionando os carros. Explique o significado dos versos: “…não me ofereceram / nem um cigarro / fiquei na porta / estacionando os carros…”
7. Explique o significado dos seguintes versos: “o meu cartão de crédito / é uma navalha”.
8. Observando a segunda estrofe, o que significa o apelo feito no ultimo verso: “confia em mim”?
9. Nos três últimos versos da 3ª estrofe, há uma crítica à televisão. Que crítica é esta?
“ver TV a cores / na taba de seu índio / programada pra só dizer sim”
10. Explique o paradoxo: “Grande pátria desimportante”.
______________________________________________________________
Gabarito
Questão 1.
a)      planejaram, organizaram
b)      que tem manchas
c)      induziram ou levaram alguém, mediante recompensas ou promessas, a não cumprir o dever ou a praticar ações ilegais ou injustas. No texto, o poeta constata que não foi subornado e que por causa disso acha que será o seu fim como cidadão.
Questão 2. O povo que vive no Brasil, ou seja, os brasileiros.
Questão 3. Refere-se à festa da democracia, ou melhor à eleição que aconteceu com o povo pedindo “Diretas já!”. O que aconteceu foi a eleição de Tancredo Neves pelo Congresso Nacional, sem a participação do povo como é feito atualmente. Fala em festa pobre porque o poeta considera que não houve participação popular nessa escolha.
Questão 4. O poeta considera que não havendo participação popular na escolha do Presidente da República, essa decisão, definida por um pequeno grupo de pessoas (Congresso Nacional) era uma farsa planejada com o intuito de esconder algo do povo.
Questão 5. Toda festa requer gastos, sejam financeiros, sejam materiais, sejam pessoais (esforço físico, psicológico, mental). Alguém tem que pagar por isso. O poeta reclama que o pagamento por uma festa com defeito (com manchas) foi feito pelo povo e seus descendentes.
Questão 6. A festa foi feita, mas o povo não participou dela. Apenas ficou como espectador, trabalhando para manter o país organizado.
Questão 7. Na década de 80, o Brasil enfrentou uma inflação profunda na economia. O dinheiro brasileiro perdia seu valor diariamente: era como uma navalha que feria o poder de compra do consumidor. Por isso o poeta usa a expressão: “o meu cartão de crédito é uma navalha…”. Cada vez que alguém ia às compras sentia no bolso o corte do valor do dinheiro.
Questão 8. Pede que a nação constituída e organizada confie em seu povo para resolver os problemas.
Questão 9. A influência da televisão na cultura e opinião das pessoas através dos programas que, às vezes, não eram isentos, isto é, mostrava apenas um lado do fato, da notícia.
Questão 10. Pátria grande em tamanho territorial, mas sem importância política diante do mundo ou mesmo diante de alguns brasileiros.



segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Texto: O valor da confiança em si mesmo.

História que ensina o valor da confiança em si mesmo
O cavalo no poço
Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente e avaliou a situação. Certificando-se de que o animal não se machucara, mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.
Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.
E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.
Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente, conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.
Moral da História:
Se você estiver “lá embaixo”, sentindo-se pouco valorizado, quando, já certos de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre você terra da incompreensão, da falta de oportunidades e de apoio, lembre-se desse cavalo. Não aceite a terra que cai sobre você. Sacuda-a e suba sobre ela. E, quanto mais terra, mais você vai subindo…subindo…subindo, e aprendendo a sair do poço.
Compreensão oral:
1- Qual foi o problema defrontado pelo fazendeiro?
2- Qual solução ele achou para o problema?
3- Como o cavalo se comportou diante dessa solução?

4- Qual é a lição principal dessa história?

domingo, 2 de agosto de 2015

Projeto: Bisbliotando

PROJETO SALA DE LEITURA :
                                                           
TEMA:

BISBLIOTANDO


 
 “É preciso que a educação seja mais significativa, mais prazerosa e o que se aborda faça algum sentido para o educando, seja do seu interesse, satisfaça suas necessidades biopsicossociais e que o prepare para o mundo de hoje.”

(Maria Augusta Sanches Rossini)


I – APRESENTAÇÃO


      O presente projeto de sala de leitura intitulado” BISBLIOTANDO “tem a pretensão de contribuir para a formação de alunos leitores, críticos e participativos, capazes de interagirem em sua realidade na condição de cidadãos consciente de sua atuação na sociedade, entendida como pré condição do exercício pleno da cidadania.
A Escola Estadual de Ensino Médio Floriano Peixoto sempre se preocupou em desenvolver uma educação verdadeiramente comprometida com o ensino de qualidade para todos. No entanto, nem todos os educandos estão conseguindo concluir o ano letivo desenvolvendo uma leitura fluente e compreendendo aquilo que estão lendo com segurança e autonomia.

 Acreditamos, assim, que a implementação deste projeto vem favorecer significativamente o processo ensino-aprendizagem visto que se propõe a colaboração para o estímulo da leitura e escrita no interior do espaço escolar e, consequentemente, melhorar o desempenho (rendimento) dos alunos em outras disciplinas, já que a leitura está inserida em todo o processo de ensino e no dia a dia dos educandos.

Envolver os alunos cada vez mais no universo que é a leitura de uma forma prazerosa requer muita disposição e compromisso por parte daqueles que desejam construir uma sociedade mais justa e humana. Entretanto, isso exigirá engajamento profundo de muitos: Professores, alunos, pais e comunidade de modo geral, parceiros nessa luta por uma educação de qualidade para todos segurando assim o que dispõe a lei em vigor (LDB nº 9394/96 art. 32 que visa “O desenvolvimento da capacidade de aprender tendo como meio básico o pleno desenvolvimento da leitura, da escrita e do cálculo”).

 II - JUSTIFICATIVA

            Sabe-se que a leitura é algo imprescindível para todos. No entanto, muitos ainda a encaram como um “bicho de sete cabeças”, visto que não conseguem entender, compreender e interpretar o que leem.
            “Aprender a ler é antes de tudo aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade. Ademais, a aprendizagem da leitura é um ato de educação e educação é um ato profundamente político.” (Antônio Joaquim Severino)

         Ao  observar à afirmação do referido autor, fica claro que não é possível pensar a educação desvinculada da leitura, pois é esta uma ferramenta de suma importância/indispensável pois compreendemos que através da leitura os educandos terão várias possibilidades de adquirir conhecimento, informação, lazer, cultura e integração social, possibilitando transformações tanto individuais como coletivas. Ademais, a leitura e a escrita são valores importantes para o homem tornar-se cidadão consciente de seu discurso e do poder que tem. Sem esses valores tão indispensáveis nos tornamos seres incapazes de exercer plenamente nossa cidadania.

     Ao olharmos para o interior de nossa escola, podemos observar que muitos de nossos alunos, leem pouco ou quase nada. Ora, tão importante quanto ler, é compreender o significado do texto lido.

       Há grande queixa por parte dos professores sobre o desinteresse que muitos alunos expressam quando a atividade envolve a leitura, pois muitos decodificam palavras sem a preocupação de entender realmente o que se está lendo. E isso reflete negativamente no baixo rendimento do aluno e, consequentemente, na qualidade do ensino.

            O projeto BISBLIOTANDO vem com a intenção de proporcionar aos nossos educando condições reais de interação ao mundo letrado, onde estes venham a descobrir que a leitura traz prazer e emoção aquele que lê. No entanto, não basta apenas se ter a consciência de que a leitura é indispensável à formação do homem, é necessário criar meios para que o ato de ler venha se tornar uma realidade concreta na vida desse indivíduo.

Sabemos, assim, que não será uma tarefa fácil. Mas uma luta constante que exigirá esforço e empenho coletivo por parte dos nossos alunos, professores e, família os quais, juntamente conosco, estimularão os educandos a se envolver cada vez mais a fim de assegurar, a estes, as condições essenciais para o desenvolvimento e exercício da sua cidadania.

Entretanto, para que isso ocorra de fato, é de fundamental importância que a escola se veja como instituição responsável por despertar no aluno o interesse e o prazer pela leitura e mais, que ela seja um exemplo de leitor, isto é, que todos os sujeitos envolvidos no espaço escolar tenham comportamento leitor, para que possam estimular aqueles que ainda não têm tal hábito. É necessário também buscar formas de conscientizar as famílias dos educandos para a importância do ato de ler e quem sabe até, tornar aqueles pais que são indiferentes à leitura, em pais leitores. Portanto estimular alguém a ler exige esforço, requer parcerias e compromisso sério por parte de todos os envolvidos no processo educacional.

 III – OBJETIVOS:

            GERAL: Desenvolver habilidades relacionadas à leitura, interpretação e produção de texto estimulando no educando o gosto pela leitura e escrita, ampliando o conhecimento linguístico e cultural dos mesmos, contribuindo dessa forma, na formação de valores e para a construção da cidadania.

       ESPECÍFICOS:

1-     Despertar o interesse  e o gosto pela leitura e escrita estimulando o hábito diário da leitura.

2-     Ampliar o repertório literário dos alunos por meio da leitura diária.

3-     Conhecer e identificar textos diversos (literários e não literários)

4-     Identificar e relacionar os diversos gêneros literários.

5-     Possibilitar um maior contato entre criança e livro.

6-   Desenvolver atividades interdisciplinares, dialogando com as mais diversas áreas do conhecimento, levando a percepção de que o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita é uma atribuição de todos.

7-  Possibilitar momentos de integração e interação com outras salas como a de informática através da divulgação de atividades literárias realizadas em sala de aula, través de e-mail.

8-     Divulgar e criar campanhas para estimular os empréstimos de livros.

9-   Elaborar junto com o educando projetos ligados aos temas transversais, visando à discussão dos mesmos e a culminância em eventos da escola.

10-   Relacionar os textos lidos com a vida diária.

11-   Promover momentos de socialização levando o educando a expressar seus sentimentos, experiências, ideias e opções individuais.

12- Proporcionar aos educandos leituras literárias e oficinas de redação, para o desenvolvimento  da oralidade e da produção textual.


13-  Desenvolver o senso crítico a partir dos livros lidos e relidos.

                                                            
IV – PÚBLICO ALVO:
Alunos de 6º do Ensino Fundamental ao 3º Ano do Ensino Médio.
 - Pais, professores e funcionários da escola.  
V – META:

O projeto tem como meta alcançar pelo menos 80% dos alunos, estimulando-os a desenvolver o gosto e o prazer pela leitura através do interesse revelado nos empréstimos, nas frequências e participações das atividades propostas pela sala de leitura.


VI – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:

       As propostas metodológicas do projeto serão desenvolvidas durante todo o período letivo e envolverão as seguintes atividades:

·         Levantamento dos recursos disponíveis

·         Planejamento das ações (dinâmica de sala de aula)

·         Levantamento dos alunos que apresentam dificuldade na leitura através da aplicação de teste diagnóstico individual.

·         Apresentação do Projeto à comunidade escolar

·         Rodas de conversas

·         Apresentação e esclarecimento de dúvidas para os alunos da sala de leitura

·         Reconhecimento do espaço da sala de leitura e dos acervos existentes

·         A Hora dos Vídeos (vídeos de estímulos à leitura)

·         Exposição oral e escrita das leituras lidas e ouvidas articuladas a vivência diária

·         Divulgação dos acervos literários para o empréstimo de livros

·         Instauração da sala de leitura itinerante, para o professor de sala de aula regular, com exemplares de livros e revistas para a hora do conto e empréstimos e assim estimular a leitura.

·         Gincana da leitura (dia do livro)

·          Reescrever textos lidos e ouvidos

·         Produção de texto através da escrita e do desenho

·         Oficinas de leitura.

·         Debate sobre leitura.

·         Oficina de redação                                               

·         Biblioteca itinerante.

·         A hora do conto.

·         Fazendo poesia: varal.

·         A poesia invade sua sala.

·         Teatro de fantoches abordando temas transversais.

·         Dramatização (datas comemorativas).

·         O dia da leitura na escola (pais e alunos).

·              Recontar histórias utilizando a modalidade oral.
·              Resumir histórias utilizando a modalidade escrita.
·              Ler textos em voz alta, observando a importância da entonação e pontuação para a compreensão do mesmo.
·              Ler um livro infantil em voz alta, dramatizando o mais possível as vozes das personagens, a fim de que o aluno perceba que há variações nas vozes quando se faz uma pergunta, quando se exclama, quando há ódio, amor, inveja, etc.
·              Ler trechos de poesia ou outro estilo literário, alternando com o professor ou outro colega.
·              Observar as situações descritas nos textos e compará-las com o cotidiano, possibilitando ao aluno uma reflexão em relação à própria vida.
·              Criar textos escritos em dupla ou individualmente e apresentá-los aos demais colegas sob forma de seminário.
·              Auto avaliação
·              Estabelecimento de contato (hora pedagógica) entre professor da sala de leitura e professor da classe regular para troca de informação e experiência.

 OBS: Tais atividades poderão ser programadas para terem sua efetivação nos eventos promovidos pela escola, como o dia do livro, a festa do dia das mães, gincanas, ou em sala de aula com apresentação para os demais alunos da escola.

VIII – RECURSOS HUMANOS:

·         Professores lotados na sala de Leitura;

·         Professores de classes regulares 

·         Alunos(6º ao 3º ano), pais e funcionários




IX– AVALIAÇÃO

       Ocorrerá ao longo de todo o ano letivo. Será processual e continuada. A cada etapa do projeto haverá a observação do envolvimento e interesse dos alunos e professores nas atividades propostas que serão registradas nos arquivos da sala de leitura sendo discutidos coletivamente os avanços e as dificuldades durante o processo ensino-aprendizagem.



X - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

_SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia da Educação: Construindo a Cidadania. Ed. FTD, 1994. 
_Caderno AMAE-Pedagogia de Projetos. Belo Horizonte: Fundação Amae para educação e cultura. Outubro, 2000. Edição Especial.
 _SOARE, Magda. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. São Paulo, Ática, 1986.
_Revista Nova Escola. Ed. Abril. Dez/2005.
_LIBANEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: Políticas estrutura e Organização. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.
_Parâmetros Curriculares Nacionais: Fáceis de Aprender. Revista Nova Escola. Edição Especial.
_KLEIMAN, Ângela B. & MORAIS, Silvia E. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado das Letras,1999.

_ROSSINI, Maria Augusta Sanches;Aprender tem que ser gostoso...Editora Vozes, 2ª Edição.